Observações dos grupos sobre o filme Corporation

Grupo 1

 

A marca como produto

A externalidade

O funcionamento sistemático

Lei e não Justiça

Devastação como oportunidades

O lucro acima da ética

O comprometimento com os o poderes dominantes

Integrantes do grupo: Mário (PB), Lidiane (RN), Silvio (CE), Bruno (RN), Clotilde (PB), Anderson (PE), Felipe (CE)

 

 

Grupo 2

Produção, produtividade e mais valia: linha de produção, lembrança do filme Tempos Modernos

Marketing e criação do desejo: “gosto se discute porque é imposto pela mídia”

Impactos sociais, ambientais e culturais: uso de celulares, era da TV, mudanças culturais (forró sendo substituído por outras músicas de consumo imposto pela indústria fonográfica)

Controle do conhecimento: Monsanto, transposição, Transamazônica

Relação com o Estado: personaliza as corporações

Integrantes do grupo: Stephani (AL), Uliana (PE), Eliana (RN), Raimundo (RN), Socorro ((RN), Ivonilda (PB), Bruno (PB), Jarrier (PB), Lourdinha (PB), Agostinho (PB).

 

 

Grupo 3

Produção, produtividade, mais valia

produção em grande escala

produção sem responsabilidade social

uso de tecnologia para atingir a produção

Marketing, criação do desejo

manipulação da mente

lavagem cerebral

criação de sociedade de consumo

construção de fantasias

Impactos sociais, ambientais e culturais

falsa responsabilidade social

transformação da responsabilidade

degradação e impacto no meio ambientais

Controle do conhecimento

Censura

Manipulação do conhecimento

Conhecimento patenteado

Relação do Estado

Influência do capital no Estado

Integrantes do grupo: Marcelo (CE), Bosco (PB), Reginaldo (CE)

Orenilton, Amanda (PB)

 

 

Grupo 4

Formação de consumidores na infância

Felicidade, satisfação dos desejos, alienação

Estudo sobre comportamento de consumidores

Patentes dos seres vivos

Exploração do trabalho infantil

Baixa remuneração, manipulação de informações

Incentivo às guerras, privatização de serviços públicos

Defesa dos interesses das corporações

Riqueza= destruição do mundo

Marketing sem resistência do povo

Mídia em favor das grandes corporações

Corporações = personalidade psicopata

Integrantes do grupo: Alinson (BA), Augusto (PB), Márcia (CE), Flávio (PE), Rosângela (RN), Paula (AL), Gilmar (PE)

Blog coletivo: Visão geral do terceiro encontro

Por Cristina Moreira, coordenadora da capacitação do Casa Brasil


O tema História e funcionamento do capitalismo orientou as discussões no primeiro dia do Terceiro Encontro de Economia Solidária Casa Brasil/Senaes. O trabalho do dia, conduzido pelo educador Maurício Klein e realizado por meio de dinâmicas e debates, foi encerrado com a apresentação do documentário “A Corporação”, que analisa o papel das grandes corporações nos dias de hoje.

O filme, objeto dos trabalhos da manhã do segundo dia, iniciado há pouco, aborda temas como origem e evolução das corporações, responsabilidades e direitos, patologia do comércio, processos de externalização, estratégias publicitárias, gerenciamento de percepção, marketing secreto e alguns efeitos de processos de privatização, entre outros assuntos.

O documentário conta com a participação de pensadores como Noam Chomsky e ativistas como Naomi Klein e Michael Moore, que comentam a atuação de grandes corporações, um dos ícones do mundo econômico contemporâneo, e de seus amplos efeitos nos sistemas social e ambiental, e na própria subjetividade humana. À tarde, de acordo com o contexto socioeconômico estudado, será introduzido o tema da Economia Solidária.

Partindo de reflexões sobre aspectos fundamentais das sociedades atuais sob a perspectiva do capitalismo, o Encontro desenvolverá temas como princípios de Economia Solidária, fios condutores e linhas de ação do Projeto Casa Brasil, inclusão social, software livre, trabalho colaborativo e questões ambientais – e as relações necessárias com o movimento de Economia Solidária.

Os participantes do Encontro, bolsistas do Casa Brasil, membros de seus conselhos gestores, representantes de proponentes, Coordenadores Estaduais e Agentes do Projeto de Promoção de Desenvolvimento Local e Economia Solidária – PPDLES -, conduzido pela Senaes, estão aproveitando a oportunidade para se conhecer, trocar experiências e estabelecer e fortalecer vínculos. O Encontro trabalha para a promoção da transformação social. Como diz Paulo Freire, “Não te esperarei na pura espera porque o meu tempo de espera é um tempo de quefazer”. O Encontro promete.

Mas. afinal como se fica rico?

No módulo 1 - funcionamento do capitalismo, para a pergunta: Como fica rico? As respostas foram diversas.

Uma lista podemos apresentar: Megasena, sonegação, explorando os pobres, explorando o trabalho, traficando, pregando o envangelho, através das patentes, participar do big brother, herança, especulação e agiotagem, carreira política, roubando, jogos clandestinos, vendendo a imagem, depredando a natureza, coopergatos, acesso ao crédito, esperteza, fazendo curso no sebrae, oportunidade, jogando bola, tendo visão de futuro, poupando..

Após a listagem outra questão foi apresentada. Qual forma de ficar rico não deveria estar na lista. Em geral geral são essas as formas que mais aparecem, mas para aprofundar o debate foi necessário identificar o que realmente faz o processo de acúmulo de riqueza. O que é aparência e o que faz o processo acontecer?

Blog coletivo: desenvolvimento local e sustentável

Mario Wilson, participante da oficina de economia solidária em João Pessoa.

Destaque para o módulo 4, sobre desenvolvimento local e sustentável

Em relação ao módulo 4, cabe destacar a importância do engajamento da universidade.

Os cursos de extensão são via de mão dupla em benefício da insersão de insumos técnicos-pedagógicos nas açoes de economia solidária, assim como no subsídio de práticas sociais aos cursos de formação acadêmica.

Mais pessoas irão alimentar nosso blog

Hoje pela manhã foi criado a comissão de registro. A idéia é que todas e todos os participantes sejam responsáveis pelo registro do curso, mas uma equipe de participantes assumiram a responsábilidade de organizar esse registro e animar que de fato seja usado o blog tanto para colocar informações como para comentar.

Essa tarefa de registro é algo que passa por uma prática. As vezes ficamos com medo de expor aquilo que nós mesmos escrevemos, e por isso, mantemos monopólios da comunicação.

Aqui no blog devemos praticar um nova forma de comunicação onde todas e todos nós podemos escrever e publicar sem obedecer as regras impostas pela comunicação formal.

O blog pode ser alimentado de diversas formas. Na publicação de um texto, na publicação de uma foto, ou no comentário da foto ou do texto já publicado por outra pessoa. E essa alimentação pode ser de pessoas que estão no curso ou não.

Acho que devemos praticar e combater a idéia de que quem faz comunicação é jornalista.

Que o Blues volte a ser livre e solidário

Era como eu esperava. A espectativa ta mantendo-se. A viagem para João Pessoa foi cansativa. Eu tinha de fazer escala em Recife e chegar as 1h da manhã em João Pessoa, mas ao invés disso cheguei as 5h por cauda da chuva. dormi até as 11h. Ao chegar na recepção do hotal onde estamos ficando vi no jornal local que haveria um grande show de blues na cidade pela noite.

O Cine Bangüê do Espaço Cultural na minha avaliação deveria lotar, com duas figuras importantes: o guitarrista e gaitista Vasco Fae, ex-integrante do Blues Etílicos, uma das bandas mais conhecidas de blues do Brasil e o também guitarrista do grupo Sepultura, Andreas Kisser.

Eu, o Tec Bruno de João Pessoa e sua Esposa Carol e o aniversariante Emerson da Coordenação Nacional do Casa Brasil fomos comemorar sua data de nascimento.

Nós não tinhamos idéia de que seria uma grande noite de Blues, contrariando a espectativa de muitos (não nossa) de que o teatro estaria vazio.

Depois da abertura do show que ficou por conta da banda Uptown Blues Band, do Recife, Vasco entrou no teatro como todos nós. Pela entrada principal e não pelo camarim. Na magnífica entrada ele tocava gaita num megafone, o que nos lembrava o velho blues do missipi. Emocionante. Sensacional. Tocando sua gaita e passando pela meio da platéia ele chegou ao palco. Depois de emocionado declarar que estava muito feliz pela recepção do público ele chamou Kisser, que então completou a harmonia de um grande show de blues.

Blues. Blues. Blues. Fazia muito tempo que não via um. Eu realmente amo esse gênero musical. Num grande show é impossível a platéia ficar parada. E de fato a platéia desse show não ficou. O blues tem essa magia de movimentar as pessoas e quando o show é bom e a banda se comunica com o público a festa sempre é maravilhosa.

A banda comandada por vasco realmente comandou o show se comunicando com o público com sua voz, que para mim lembra Muddy Waters (conhece ele: http://pt.wikipedia.org/wiki/Muddy_Waters). O show nos emocionou muito com clássicos de Muddy Waters e John Lee Hooker entre outros. E quando foi tocada uma música de Rolling Stones (http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Rolling_Stones) um membro da platéia de aproximadamente 50 anos saltou de sua cadeira emocionado. Foi lindo de ver.

Mas o blues precisa ser mais livre. Mais pessoas precisam conhecer esse gênero musical. Esse que já foi intrumento de organização que através dele escravos nas plantações de algodão e construção das estradas de ferro nos estados unidos se comunicavam enquanto trabalhavam para construir a sua liberdade. Essa infuência é claro que veio da África quando os negros foram arrancados de suas nações pelos brancos gananciosos que tinham como objetivo construir e acumular lucro com trabalho dos negros.

Estava lá na platéia imaginando como seria aquele show num local aberto e de livre acesso. Seria uma maravilha. E espero e quero trabalhar para isso. Espero que um dia a cultura tenha mais espaços públicos para que mais pessoas possam acessar. Esse curso de Economia Solidária já é uma iniciativa de nossa parte de tornar a cultura mais acessível e menos elitizada como hoje está. Um dia não tão distante a Ecosol proporcionará isso para nós.

Durante o show havia uma apresentação rodando num lap top com datashow, e num certo momento o ruidou$ trancou e foi aquela correria. Eu tive de rir ao mesmo tempo que quiz gritar: troca esse ruindou$ por software livre, mas acabei não fazendo.

Embora tenha ficado triste por esses espaços serem elitizados, e pelo blues estar tão fora de seu propósito inicial, fiquei contente por estar junto com e comemorando com amigo aniversariante Emerson. Feliz aniversário amigão e valeu pela companhia.

Se continuar assim, esse curso será inesquecível. E de fato será. Espero que para todas e todos os participantes.

Novos parceiros se somam a ecosol

Como resultado da parceria entre Casa Brasil e Senaes os cursos já em andamento, agora partimos para um segundo momento. Montar telecentros em todas as feiras de economia solidária em todos os estados do Brasil. Essa parceria contará agora com a presença do Serpro.

Com isso, queremos proporcionar maior integração entre economia solidária, software livre e inclusão digital. Veja mais informações  da parceria: http://www.casabrasil.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=118&Itemid=1

Tudo pronto para começar curso em João Pessoa

Para quem já acessou o nosso blog da ecosol, informamos que o blog mudou de ferramenta. Agora mais pessoas poderão ter usuários para ajudarem na alimentação com conteúdos do cursos de dos debates que aqui irão acontecer.

O local onde irá acontecer o curso é em uma de nossas unidades. Esse encontro acontecerá no auditório da unidade CEFET do Casa Brasil. A hospedagem será no Hotel Guarany, localizado na Rua Almeida Barreto,181, João Pessoa, PB. Fone: 83 2106 8787.
Quando cheguei no local fiquei bem contente. O espaço é grande e bem organizado. Tem rede wi fi para quem não consegue ficar longe de uma conexão assim como eu.

Amanhã vamos criar duas comissões, a de cultura e a de registro. Todas e todos os participantes do curso será incentivados a produzir conteúdo, mas quem quiser se dedicar mais eu e Emerson iremos auxiliar para colocar conteúdo no blog.

As espectativas são grandes.